quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Desabafo

André Marques tem de se afastar das lojas para bem da sua saúde financeira! Porque é que vivo numa terra com uma HM em cada esquina?? Preciso do bom senso das minhas fufas!

Ahh e estou farto de cozinhar, limpar e fazer de mãe!! Pronto achei que devia partilhar com o mundo, vocês portanto, este meu desabafo enquanto como a 2ª tabelete de chocolate com cerveja, enquanto oiço as músicas pirosas do Adam Lambert. Viva o cansaço e aquele sentimento explicíto de não sei o quê que costumo sentir às vezes!!

PS: pessoalmente acho que a um nível interpessoal este é o melhor post mais mal feito alguma vez nunca quem sabe.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Domingo - Limpezas

Sábado - Museum Night








Sábado foi mais cultural. A manhã curou a ressaca e a tarde foi para planear a noite. Uma noite 8 museus! Um museu tropical com artefactos de todos os recantos do mundo. Uma tentativa falhada de ir ao planetário. Uma breve visita ao século XX. Uma cerveja no jardim botânico. Um xixi na casa do Rembrant. Uma visita por engano ao infindável museu de História. Uma fatia de bolo na companhia das excentricidades da arte moderna e das pessoas que a habitam. Um concerto vagamente doloroso num buraco na parede que nem a Alice fez. Uma volta pelo Red Light. Um charro à porta da Igreja. Chá (para tirar o sabor da droga) e música minimal (de facto!) já dentro da Igreja. Muito frio. Abrigo na festa do Museu do cinema e um concerto em que a banda estava sentada com o público. Como é óbvio depois de tudo isto já não houve energias para as after-parties. Só para chocolate quente. Incrível como se pode visitar tantos mundos numa só noite, senti-me mesmo a Alice!


6ª feira - Wok, Bar aberto, meninas e pizza






Pois acho que esta foi a minha melhor noite em Amsterdão so far. Encontrei-me com a Patrícia e o Ferrera no centro, a decisão foi unânime: Wok. Cheios quase a vomitar (pelo menos eu) procurámos um lugar para beber uma cerveja, mas aparentemente à 6ª à noite está tudo cheio no centro de Amesterdão (não percebo porquê!). Sugeri então que fossemos ao 'Borrel' da UvA Pride, why not? A festa já estava a terminar quando chegámos, mas as pessoas que ficaram estavam lá para se divertir. Muito sumariamente: houve torneio de matraquilhos com fufas muito competitivas, um barman demasiado bêbado para servir e que resolveu abrir o bar, música pirosa e muito arco-íris. Demasiada cerveja de graça conduz a danças semi-ridículas, fotos absolutamente ridículas e muito divertimento. Quando chegou a meia noite e o bar fechou para nós portugueses pareciam já 6 da manhã, mas como a noite ainda era uma criança fomos ver as montras para aquelas ruas iluminadas de vermelho em que os cisnes nadam nos canais. A noite terminou com pizza, afinal de contas há que diluir a cerveja!


5ª feira - Festa de aniversário da Subbacultcha no Melkweg



A noite começou a pedalar contra a chuva mas prosseguiu em beleza: dois palcos, muitas bandas loucas, algumas boas, os 'White Stripes' alemães e um grupo de pessoas saídas claramente de uma seita norte-americana que batiam tambores e gritavam. O Melkweg é um sítio óptimo para concertos e festas assim não existem em Portugal infelizmente. O público era do mais misturado e alternativo possível e quando o concerto enjoava era só mudar de sala. A noite terminou a dançar e como sempre com umas cervejas a mais por culpa de quem gosta de me pagar bebidas.


O Jazz do Café Alto


Na noite em que vi os 'The Big Pink' subir ao palco no Paradiso (melhor sítio no mundo para ver concertos tenho a dizer), visitei a seguir um pequeno café com o maior dos charmes. Não foi o concerto medíocre da banda juvenil que me ficou na cabeça nessa noite, mas antes a atmosfera de 'Nova Orlães' que existia naquele pequeno espaço. Os músicos improvisavam no fundo do bar e as pessoas recostadas ouviam somente. Uma das experiências mais mágicas que aqui já tive pelo som, pelo cheiro a mofo, sobretudo pela companhia e pelos pistaccios.


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Autumn is here...


"Clare and I kept no secrets - that was the heady, reckless aspect of our friendship. Perhaps it was our substitute for the creaturely knowledge other couples glean from sex. Clare and I confessed everything. We stripped ourselves naked and numbered our faults. We knew one another's most disreputable fantasies; we confessed our deceits and greeds, our self-flattering lies. We described all our sexual entaglements, and knew the condition of one another's bowels."

A Home at the End of the World, Michael Cunnigham


If only all the science was this tastefull