
Talvez tenha descoberto o pote de ouro, aquele que existe no fim dos arco-íris...

Os caminhos que escolhemos,
as lutas que nos impomos,
os sentimentos de que nos convencemos.
As particularidades de ser errante e vago,
de não saber o que quero,
de ir inventando à medida que avanço para onde quer que seja,
e ir construindo o meu horizonte.
Não sigo o caminho que quero,
pois tal não existe.
Sigo o trilho do que pensei querer
e a ele me submeti.
Agora é impossível recuar,
resta-me acreditar que esse é o caminho dos tijolos amarelos,
aqueles que conduzem aonde queremos,
porque se não for terei de os pintar.