terça-feira, 9 de março de 2010

Quantas emoções consegues transmitir enquanto descascas batatas?

Humm... tá bem


Ohhh que batata tão fofinha...



... e engraçada

vá não chores amiga


Moral da história: torturar batatas, só pelos motivos certos aka dois copos de vinho.

The last day of Winter


14 februari 2010 op Flevopark

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

"Não, obrigado"

Pela primeira vez na minha vida posso dizer "Não, obrigado", não quero mais nada. Aquela ânsia e angústia que me acompanharam toda a vida desapareceram sem eu dar por isso. E desenganem-se aqueles que pensam que se trata do mero resultado de algum estado de espírito mais ou menos cor-de-rosa e ilusório. Foi o resultado de um longo processo. Não consigo pensar em nada mais que deseje neste momento, tenho, consegui tudo o que necessito para viver neste momento. Não falo aqui de pores-do-sol, nem horizontes, nem felicidades eternas cinematográficas, mas deste exacto segundo, neste preciso momento "não quero mais nada, obrigado". Amanhã, quem sabe? Mas nestes segundos deixo-me invadir pelo sentimento: não é êxtase, nem felicidade de subir montanhas, é tão simplesmente uma calma profunda, paz de espírito alguns chamar-lhe-ão (eu odeio essa expressão, não sofri uma lobotomia). Eu chamo-lhe segurança, segurança de saber que com mais ou menos lágrimas fui fazendo as escolhas certas para chegar ao dia de hoje.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Anda a viajar pela estratosfera holandesa




Talvez tenha descoberto o pote de ouro, aquele que existe no fim dos arco-íris...

sábado, 16 de janeiro de 2010

Yellow Bricks


Os caminhos que escolhemos,

as lutas que nos impomos,

os sentimentos de que nos convencemos.

As particularidades de ser errante e vago,

de não saber o que quero,

de ir inventando à medida que avanço para onde quer que seja,

e ir construindo o meu horizonte.

Não sigo o caminho que quero,

pois tal não existe.

Sigo o trilho do que pensei querer

e a ele me submeti.

Agora é impossível recuar,

resta-me acreditar que esse é o caminho dos tijolos amarelos,

aqueles que conduzem aonde queremos,

porque se não for terei de os pintar.



segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Aprender a (con)viver com a Física...

I dunno my address

Sei que devo estar aqui, que é o melhor para mim, mas nem sempre quero o que é melhor para mim. Quero o fácil, anseio pelo fácil. Quero ser o melhor cientista do mundo mas não quero ter trabalho, quero amor mas não quero lutar por ninguém, quero ser independente mas prefiro que as pessoas façam as coisas por mim. O meu cérebro tornou-se numa lista de coisas a fazer.